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Tag: Bazzar
 
Grgich Hills Fumé Blanc
[2 nov 2016 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

  Pequeno aroma de história. Mike Grgich, ainda vivo (muito vivo), e seu fumé blanc – sauvignon blanc feito à moda dos Pouilly-Fumés, do Loire, consistente mas elegante, vibrante mas fino, frutoso mas charmoso. E, com tudo isso, fresco e refinado. É um twist no tempo: o presente (sentido gift) do pretérito. Ele, que foi [ Leia mais… ]

 
Breakfast, sinhá…
[29 jul 2015 | Pedro Mello e Souza | Um comentário ]

Nunca entendi porque a adição de um ovo frito sobre um croque-monsieur o transforma em um croque madame, já que a adição o torna mais pesado, mais viril e mais opulento. Contribui para a denominação o fato do prato ficar mais bonito, mais elegante e mais apaixonante. É o caso desse aí, da foto acima, [ Leia mais… ]

 
No país do louro negro
[12 jul 2015 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

  A primeira menção de um vinho grego foi na infância, lendo Asterix nos Jogos Olímpicos. Não o filme patético, mas o livro exuberante, que cita, entre outras riquezas, o vin résineux. E foi o próprio retsina o primeiro caminho aos vinhos da região, já com o interesse de duas épocas mais tarde. Mais tarde, [ Leia mais… ]

 
Do you know the Way to Amburana?
[18 mai 2015 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Amburana é a mais badalada das madeiras nacionais para envelhecimentos de cachaça e vem chamando a atenção para uma maturação diferente daquela que convivemos, a de carvalho. Transmite outro tipo de nota e, pela natureza das aguardentes, participa de um processo de maturação mais complicado, pelos altos níveis de álcool envolvidos originalmente.   No caso [ Leia mais… ]

 
O pato do dia
[19 abr 2015 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Esse aí é um dos pratos principais do menu de outono do Bazzar. É um vulcão às avessas, já que erupção da gema do ovo de pata acontece por fora e a lava cai pra entro. E invade um desfiado de peito de pato defumado em um leito de outro magma, o purê de cará. [ Leia mais… ]

 
Duas aulas de gengibre
[11 abr 2015 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

A primeira aula, essa aí de cima, é do Claudio Freitas, que  levou o frescor do gengibre a uma fórmula improvável, o bolo de milho, mais ainda quando é servido como um dos pratos principais do novo menu sazonal do Bazzar. A  mão leve não permite o que acontece frequentemente: um gengibre invasivo, que, nos [ Leia mais… ]

 
Frutos do mar, lado B
[12 fev 2015 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

As definições para frutos do mar podem, sem trocadilhos, ser bem vagas. Há quem inclua certos peixes para a explicação mais genérica. E há os radicais, que excluem certos crustáceos. É uma discussão globalizada pelo fato maior do paladar: as conchas, essas sim, incluídas em todas as classificações, estão na moda. Vieiras e mexilhões puxam [ Leia mais… ]

 
Duelo de tutanos
[10 fev 2015 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Seria o tutano o novo foie gras? Vamos às comparações: ambos são delicados, ambos derretem na boca, ambos nos deixam gemendo, ambos exigem extrema unção no preparo, ambos são gordura pura  nos teores, nos sabores intensos e na persistência adorável. A grande diferença é que qualquer açougue brasileiro consegue a preço irrisório aquilo que chefs [ Leia mais… ]

 
Vinupetra
[23 ago 2014 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Nerello mascalese e nerello cappuccio são uvas da aventura extrema de um vinhedo e da ousadia máxima de um produtor. Os vinhedos dessa casta serão os primeiros atingidos pelas próximas lavas do Etna. Sim, a leitura é correta – não são levas, são lavas mesmo, as quentes, as que tingem a terra de um negro [ Leia mais… ]

 
A arte do carpaccio
[1 ago 2014 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Na época em que o carpaccio foi criado, no Harry’s Bar, em Veneza, o que o pessoal tinha como cortador de frios era rudimentar e, definitivamente, não era elétrico. Era cortado na faca, portanto. Dava um formato rústico, diferente desses atuais, que parecem ter saído da mesma linha de montagem daqueles prensados que convencionou-se chamar [ Leia mais… ]

 
Dia do namorado
[14 fev 2014 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Custou, mas o namorado entrou na zona de conforto de quem pede pratos de peixes brancos. É uma lista banal, antes restrita à trinca linguado, badejo e o cherne. Há espécies ainda melhores, que desprezamos, como trilhas, vermelhos, além do robalo e do pargo, que, quando disponível, dão outro padrão a esse integra esse “grand [ Leia mais… ]

 
Vai dar praia 1
[3 fev 2014 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Sirizinhos, espetinhos, cocos, mates… quantos petiscos, gostosuras e delicadezas que encontrávamos na praia e que nos fizeram crescer fortes e vigorosos depois de anos de mar e areia, foram proscritos, coibidos ou, simplesmente, proibidos? Mas se ninguém passava mal na praia, passa bem agora, com o cardápio temperado com sal e manifesto do Bazzar, que [ Leia mais… ]

 
Acquarello no Brasil
[14 jan 2014 | Pedro Mello e Souza | Um comentário ]

Antes de mais nada, sem piadinhas com Ary Barroso. Mas preparem-se: essa melodia tem tudo para tomar conta das partituras culinárias em torno do arroz. Chega com paladar rico, pedigree nobre e um irresistível gimmick de imprensa: é envelhecido por sete anos. Trata-se do acquarello, não um tipo, casta ou variedade, mas uma marca de [ Leia mais… ]

 
O Versace dos espumantes
[7 jan 2014 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Já iniciei essa série antes, mas, por conta dos créditos, coisa rara hoje em dia, inauguramos oficialmente o Q.M.A.E.V.F.C.B., iniciais de “Quem me apresentou esse vinho foi a Cristiana Beltrão”. É uma chancela exclusiva, a única que traz, em seu caderno de obrigações, algo que qualquer outro selo de denominação jamais terá: certificação de coisa [ Leia mais… ]

 
O manual do atum 2: as fórmulas
[20 dez 2013 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Ao contrário das peças de gado, que variam de país para país, os cortes de atum são basicamente os mesmos em todo o mundo, da Sicilia ao Japão. A parte do lombo, mais vermelha, ganha quatro separaçõesque geram filés para a grelha e cortes mais delicados para fórmulas modernas como o carpaccio. A parte posterior, [ Leia mais… ]

 
O virtuoso Mr. Funcho
[18 nov 2013 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

  O Funcho, segundo a culinarista Marise Berg Prana Spa Ayurvedico, Campos do Jordão. (complemento da matéria Funcho: moda em Nova York)   A parte mais usada do funcho é a sua raiz. No todo, é um vegetal aromático, com potente ação carminativa (alivia gases) e diurética. Tem baixo valor energético, com poucas calorias, e  [ Leia mais… ]

 
Tempos Bons
[11 nov 2013 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Terça-feira seca, ensolarada, com ligeira brisa salina, enfim, de tempo bom. Se a meteorologia não concorda, problema dela, que faz previsões, não certezas como a da noite dessa terça, 12 de novembro, quando clima estará privilegiado no Bazzar, em Ipanema, no momento em que começar o serviço do evento Tempos Bons, um jantar inédito, o [ Leia mais… ]

 
Albariño de Fefiñanes
[24 set 2013 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

A maioria dos autores coloca as uvas alvarinho, a portuguesa do Minho, e a albariño, e espanhola da Galícia, dentro da mesma definição. Mas, na garrafa, a história é outra, como nos conta a prova do Albariño de Fefiñanes, da área de Rías Baixas, localizada logo acima da fronteira com os vinhedos de seu similar [ Leia mais… ]

 
Dog Point
[18 ago 2013 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

  As boas brincadeiras em torno da uva sauvignon blanc giram em torno da descoberta de rótulos que não lembrem aquilo que se tornou comum no cone sul: a semelhança de alguns desses vinhos com um copo de suco de maracujá Maguary. Se a França tem honrosa vantagem (e obrigação) nessa luta, a Nova Zelândia [ Leia mais… ]

 
Viva o Rey!
[5 jul 2013 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

O amontillado da foto acima é um dos rótulos que Bodega Rey Fernando de Castilla apresentou recentemente. Chegou com seu arsenal de mel, especiarias e frutas secas, para confrontar uma paleta de cordeira duplamente macia, durante a apresentação no Entretapas, em Botafogo. O “plus que parfait” de chocolate teve problemas para superar o último vinho, [ Leia mais… ]