joomla site stats
Tag: França
 
Cagole, a periguete
[30 abr 2017 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Se a Provence é famosa pelos vinhos, está se tornando também uma referência em cervejas. Uma delas, a Cogole de Marseille, que homenageia o público feminino mais atiradinho – no dialeto local, “cagole” seria algo como “periguete”.Mas o perigo está restrito ao rótulo, já que a cerveja, fresquiíssima, é uma clássica pilsen, é um dos [ Leia mais… ]

 
Feuillatte, 40 anos
[21 mar 2017 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

    Delicado, de paladar cremoso, manto de bela e luminosa cor dourada. No nariz, um complexo de maçãs e pêssegos, de tostados, baunilhas e frutas cristalizadas. Essas são as marcas de uma das mais marcas mais jovens do mercado dos champanhes: a Nicolas Feuillatte, da área de Chouilly, que chega ao Brasil por esforço [ Leia mais… ]

 
Distillerie de Paris
[29 abr 2016 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Depois do gim espanhol, do peruano e até do alemão, que citamos acima, quem diria, um dos exemplares mais badalados da bebida inglesa não vem dos arredores de Londres, mas de um inesperado Faubourg Saint-Denis. Isso mesmo, em pleno coração boêmio da capital francesa está a Distillerie de Paris, uma pequena destilaria, criado por crowdfunding, [ Leia mais… ]

 
Pierre Moncuit
[10 ago 2015 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Para quem conhece os champanhes da casa Pierre Moncuit, uma boa colocação em degustação às cegas não é surpresa. O jeitão vencedor do seu rótulo brut já chega na cor dourada, no perlage finíssimo, na boca mineral, densa, complexa, com um leque de aromas que têm pouco de inverno mas muito de outono, das frutas [ Leia mais… ]

 
Que c’est il passé au Saint-Germain-des-Pres?
[13 mar 2015 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Um dia, os filósofos, antropólogos e pensadores estabelecerão a relação entre o existencialismo francês da década de 50 e o fervor das ordens beneditinas de 15 séculos de idade. Enquanto isso, o elo mais simpático entre as duas correntes históricas da literatura e da religião está nas mesas dos cafés em torno da abadia de [ Leia mais… ]

 
Festinha para o Barnaut
[6 fev 2015 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Às vezes, o motivo da comemoração está na mesma mão do brinde e ninguém percebe. No caso da Barnaut, um champanhe leve mas com estrutura, próprio para celebrações, comemos mosca. No ano passado, eles comemoraram 140 anos de existência. Para saber um pouco mais desse rótulo, fui ao único dos compêndios que deu alguma bola [ Leia mais… ]

 
Balão sobre os vinhedos
[28 set 2014 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Quando alguém te disser que um espumante pode nos deixar alto, pode ser que ele esteja levando a expressão ao pé da letra. Em altitudes como os mil metros de altitude, por exemplo, no momento em que se degusta um copo de Benoit Daridan, um “méthode traditionnelle” do vinhedo que sobrevávamos naquele momento, de balão, [ Leia mais… ]

 
Kouign-amann
[16 set 2014 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Texto gentilmente cedido por @chez_loulou, ao saber que eu tinha tungado a foto dela para ser a imagem do dia. Para quem não sabe, ela é uma poetisa que dá forma quase diária a um dos mais gentis e graciosos perfis da gastronomia do Instagram. E que não se estranhe a grafia da especialidade. Está [ Leia mais… ]

 
Terra de cegas
[12 fev 2014 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Degustação às cegas no Esplanada Grill, o sommelier Robson nos traz aquele copo preto. Matamos que era branco, que era fresco, imaginamos um espanhol fino. Quase. Era um chardonnay da Comtes de Largeril, produtor do Pays d’Oc, sul (e sol) da França. Mais do que surpresa no paladar, no bolso: 69 reais. Não é o [ Leia mais… ]

 
O ovo que é a Páscoa
[31 jan 2014 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Esse é mais um exemplo do óbvio que ninguém enxerga. É ideia simples mas que se destaca da multidão dos ovos de Páscoa, que, por mais coloridos, salpicados, gravados ou recheados não vão superar esse da foto, o verdadeiro “oeuf de Pâcques”, com a cara dos moais, as estátuas que marcam a ilha chilena, descoberta [ Leia mais… ]

 
Turbot: o rei dos linguados?
[6 jan 2014 | Pedro Mello e Souza | Um comentário ]

“Cy commence le viandier Taillevent, maistre queux du Roy de France, ouquel sont contenues les choses qui s’ensuivent: Et premièrement: Pour dessaler toutes manières de potaiges. Pour oster l’arsure des potaiges que l’en dit aours. Bousture de grosse chair. Turbot Hericoc de mouton; boully lardé”.   (Le Viandier de Taillevent, século 15)   Pelo trecho [ Leia mais… ]

 
A cidade do chocolate
[31 dez 2013 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

  Celebração quase lisérgica em torno do chocolate, conforme a visão artística da Valrhona, que abriu, em outubro, a Cité du Chocolat, na pequena cidade de Tain l’Hermitage,  sul de Lyon, três horas ao sul de Paris. Bem ali, às margens do rio Rhône (não me venham com Ródano), temos uma pequena disney sobre o [ Leia mais… ]

 
Clos de la Coulée de Serrant
[27 dez 2013 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Virou lugar comum dizer que Nicolas Joly tornou-se uma lenda entre os produtores biodinâmicos. Mas a qualidade dos vinhos que produz e a coleção de paladares, calores, texturas e sabores que esse rótulo nos traz, permite o discurso.  O toque mineral, quase xistoso, é inconfundível na região desse vinhedo, que fica em Sevinnières, no Loire. [ Leia mais… ]

 
Le Gaigne: à bientôt, j’espère…
[17 dez 2013 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Eles garantem que é temporário, mas só acredito vendo. Ou comendo, melhor ainda, quando, aí sim, saberemos que o Le Gaigne estará de volta. Não mais no Marais, malheureusement, no restaurante com cara de loja, com vitrine e tudo, um pequeno gigante da gastronomia, não mais de 20 lugares, patron Mickaël Gaignon na cozinha, mulher [ Leia mais… ]

 
Os dez mandamentos do champanhe
[3 dez 2013 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Ciúme e bairrismo não têm encontro marcado entre pratos, muito menos entre copos. Mas temos um pouco de vinhas, com nossas próprias reações ao sol quente. Ou às chuvas frias. Uma delas, para mim, foi a saída do crítico de gastronomia François Simon do Le Figaro, não importa a qualidade da substituição. É natural ser [ Leia mais… ]

 
O carnaval do beaujolais
[22 nov 2013 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Fazia tempo que o beaujolais nouveau não chegava com tanta badalação no Brasil. Era uma sensação, em idos de 1998, quando Zózimo Barroso do Amaral deu na sua coluna, já não me lembro se no Globo ou no JB, que o Boni reuniria amigos no Antiquarius – ele inclusive – para degustar uma caixa que [ Leia mais… ]

 
Pressão no Rio
[21 nov 2013 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Os azeites franceses estão mudando. Muitas vezes, o aviso vem no rótulo de vidros e latas, especialmente aquelas que vêm da Provence, onde estão as mais importantes áreas demarcadas do país. Um dos motivos é o câmbio para o cobiçado selo “bio”, tão exigente que se torna caro para antigos produtores.  Para fugir dos elementos [ Leia mais… ]

 
O dicionário das azeitonas
[10 nov 2013 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Você já degustou seu azeite hoje? Não? Então faça-o antes de comer e beber. De preferência na ponta de uma colher, sorvendo com o cuidado de uma criança diante de seu xarope amargo. E algum amargor será mesmo sentido, junto a um complexo de outros paladares, aromas e uma necessária picância no fundo da garganta. [ Leia mais… ]

 
A gente precisa ver o luar
[2 nov 2013 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

Os vinhos de chablis são próprios para qualquer estação quente, inclusive os rápidos “veranicos” do inverno brasileiro. Fresco, levemente mineral e de bela acidez, o rótulo chega em rótulos tradicionais como os de Christian Moreau.  É produzido com uvas chardonnay de vinhas de 40 anos de idade, que não passam por madeira, o que garante [ Leia mais… ]

 
Paris: Kei, por Adriana Mattar
[1 nov 2013 | Pedro Mello e Souza | Sem comentários ]

    Kei Kobayashi é o nome deste chef japonês treinado por sete anos na cozinha do estreladíssimo Alain Ducasse, no Hotel Plaza Athenée, a quem ele credita sua disciplina. Pelo que conheço dos japoneses – vivi mais de dois anos lá –  sei que essa disciplina ele deve também a muitas gerações de ancestrais, [ Leia mais… ]