Japas brilhando mais uma vez. E driblando os sabores industriais como poucos conseguem, mesmo em um país onde sabor de fruta vem de infância. Agora, foi com o morango, um item que poucos conseguem manter o paladar original em um produto industrial. Na Sawa (brincadeira com “sauer”), a fruta chega com o frescor [ Leia mais… ]
Ou a pinot noir dá certo ou dá muito errado. Admiro os produtores gaúchos que insistem em plantar a uva para produzir vinhos tintos em condições quase adversas para uma uva tão temperamental com solos, climas e umidades. Enquanto brilhava com os espumantes, a casta tropeçava nos vinhos tranquilos, em rota tortuosa de acertos [ Leia mais… ]
Um autêntico “hero breakfast”? Entrevero, assim mesmo, sem a letra i da grafia formal. Mais do que um clássico catarinense, é o melhor prato à base de pinhão do mundo, com a combinação animada da nossa noz mais suculenta, linguiça, charque e toucinho, fogo alto, frigideira firme, para liberar cores e sabores. Bandeira catarinense injustiçada [ Leia mais… ]
No momento em que se fala tanto em guns, vale a pena falar um pouco das roses. Parte 2 da série chocolates criativos, no perfil do site no Instagram, com essas que vi, da Pati Piva, na inauguração da loja da Le Lis Blanc, em São Paulo. Como diz um antigo sambaénredo da Portela, sobre [ Leia mais… ]
Alegre, brilhante, esfuziante (justifico o entusiasmo mais abaixo). Esse é o resultado do uso da ancellotta, uma uva que os italianos trouxeram no início do século 19 e, lá, usam para fazer o lambrusco. Mas o espumante de lá torna-se o tinto daqui, um dos varietais da Dal Pizzol. Bela qualidade, com uma cor linda [ Leia mais… ]
Conheci essa cerveja durante uma degustação dirigida no BeerJack. E foi uma das que relacionei como uma das melhores da seleção para a matéria sobre cervejas I.P.A., que fiz para O Globo. O rótulo é um alegre deboche. Quase psicodélico, entra no espírito guerrilheiro dos rótulos do gênero, que têm saído na Escócia e [ Leia mais… ]
O nome é belga, mas a marca é brasileiríssima. Mineira, pra ser mais exato, o que mostra como Belo Horizonte está se tornando um dos centros das cervejarias artesanais do Brasil. Experimentei quatro delas, inclusive a polêmica Petroleum. A primeira, a Quadruppel, experimentei na première da carta de cervejas do (sempre ele) Bazzar. Depois, na [ Leia mais… ]
Vem de Piracicaba uma das cervejas que pesquisei para a matéria no Caderno Ela Gourmet, do Globo, sobre I.P.A. É considerada a melhor da linha da fábrica, que está completando três anos de existência e produz 60 mil litros de cervejas, divididas em estilos mais frescos, como a pilsen e a weissbier ou mais [ Leia mais… ]



